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Aumenta procura por repelentes contra mosquito em Campo Grande

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Aumenta procura por repelentes contra mosquito em Campo Grande
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A prevenção contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como a dengue, chikungunya e zika vírus, tem aumentado a procura por repelentes em farmácias e estabelecimentos comerciais em Campo Grande.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES) são 34 mil casos notificados de dengue e 16 mortes pela doença, 116 notificações de chikungunya e 21 casos de investigação de zika vírus.
A orientação dos especialistas é de aplicar o repelente a cada três horas e passar o produto sempre por último, depois do filtro solar, do hidratante ou maquiagem, por exemplo. Aplicar o produto sobre a roupa também é uma das dicas para evitar o contato com o mosquito.

No caso de gestantes, a maior preocupação é com o zika vírus, porque a doença pode provocar microcefalia em bebês e a síndrome de Guillain-Barré, em pacientes de qualquer idade.

Doenças
A microcefalia é uma má formação na cabeça das crianças, que deixa o crânio menor e afeta o desenvolvimento neurológico do bebê. Já a síndrome de Guillain-Barré tem como características fraqueza muscular e paralisia nos músculos e pode provocar até paralisia total, além de atingir os músculos respiratórios e cardíaco, levando à morte.
Em 2014, mais de 65 mil pessoas foram atendidas na rede pública de saúde em todo o país, por conta da síndrome, segundo o Ministério da Saúde.

G1

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