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Com Vettel no topo, Kubica faz o 4º melhor tempo e “completa” dois GPs da Hungria

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Com Vettel no topo, Kubica faz o 4º melhor tempo e “completa” dois GPs da Hungria

Depois de seis anos longe da Fórmula 1 em função de um grave acidente, Robert Kubica finalmente guiou um carro atual da categoria, o RS17 da Renault. A experiência aconteceu durante um dos testes coletivos da F1, em Hungaroring, nesta quarta-feira. O polonês completou nada menos do que 142 voltas – distância de duas corridas -, divididas em 20 estágios (stints), com a melhor marca de 1m18s572, que lhe garantiu o quarto lugar do dia. Para efeito de comparação, os tempos de classificação – quando o carro está mais leve e com os pneus mais macios – de Nico Hulkenberg e Jolyon Palmer foram 1m17s468 e 1m18s415, respectivamente. Sebastian Vettel, que venceu o GP da Hungria neste mesmo circuito, foi o mais veloz da sessão, com 1m17s124.

– Foi um sentimento fantástico estar aqui hoje guiando o RS17. Foi ainda melhor ver tantos fãs que estão aqui para me ver na pista. Obrigado a todos por isso. Tem sido uma jornada incrível até agora, um momento que serviu para eu responder diversas perguntas que eu mesmo tinha. Eu aprendi bastante sobre essa nova geração de carros, já que existem inúmeras diferenças em relação aos carros que guiei no passado. Ainda é cedo para dizer qual o próximo passo. No momento, só tenho a agradecer a todos na Renault por ter feito com que isso acontecesse – afirmou Kubica.

Apesar de se dizer bastante satisfeito com a oportunidade de guiar o atual carro da F1, o polonês disse não ter ficado 100% satisfeito com o resultado e acredita que ainda há muito a evoluir no desempenho. Para ele, a principal dificuldade foi com o grande número de coisas novas para lidar em sua estreia com o RS17.

– Sim (fiquei feliz), mas não 100% feliz. A grande diferença é que esse carro não é nada parecido com os carros que eu vinha testando. Quando você tem tantas coisas diferentes, normalmente leva um tempo para se adaptar. O circuito aqui da Hungria, nós sabemos, é muito difícil, uma das pistas mais físicas. Como o Nico Hulkenberg disse, uma vez que eu possa pilotar aqui, provavelmente estarei apto a pilotar em qualquer circuito – afirmou o piloto segundo o site Autosport.

Ainda em relação ao físico, Kubica admitiu que sentiu um pouco o cansaço dos testes. Porém, garantiu que não sentiu dores e que estaria pronto para pilotar no dia seguinte tranquilamente.

– Eu não senti nenhuma dor, na verdade, me senti muito bem. Claro, estou cansado. Foi um dia quente e em oito horas pilotando, acho que só fiquei fora do carro por uns 10 minutos… Vocês podem imaginar que não foi fácil, não escondo isso, mas foi bom. No fim, conclui 140 voltas e eu poderia pilotar amanhã sem problemas. Então, fisicamente é bom, um bom sinal. Há coisas a melhorar para ser mais rápido, mas sempre foi assim.

Por GloboEsporte.com, Budapeste, Hungria

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