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Dos senadores de MS, apenas Moka assina nova CPI da Petrobras

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Dos senadores de MS, apenas Moka assina nova CPI da Petrobras
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Moka diz que investigação da CPI pode analisar detalhes desapercebidos (Foto: Divulgação).

A oposição insiste em criar mais uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar denúncias de corrupção na Petrobras. A criação depende de 27 assinaturas no Senado e até o momento foram colhidas cerca de 20. Do senadores sul-mato-grossenses, apenas Waldemir Moka (PMDB) assinou o documento.

Moka está otimista com a criação da CPI e disse que esta semana será decisiva. “Estou na expectativa de que vão ser colhidas as 27 assinaturas. Não assinou porque às vezes não chegou até os senadores”, afirmou o peemedebista que se declara independente apesar de o PMDB compor a base aliada do governo federal.

A bancada do Estado ainda é composta pelo senador Delcídio do Amaral (PT) e Simone Tebet (PMDB). Os parlamentares ainda não assinaram o documento de criação da comissão. E ao contrário do peemedebista que apoiou Luiz Henrique (PMDB-SC), os dois estiveram juntos na eleição do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Na avaliação de Moka, a CPI não deve trazer novos fatos, mas a investigação pode ser feita num ângulo diferente. “A Polícia Federal, o Ministério Público e o juiz fizeram um trabalho minucioso demais. Acho que a CPI não vai trazer novos fatos, mas poderia chegar a alguns pontos que poderiam ter passado desapercebidos”, ressaltou.

A reportagem do Campo Grande News entrou em contato com a senadora Simone Tebet e Delcídio do Amaral. Simone não atendeu ao telefonema e Delcídio não retornou até o fechamento deste material.

Na Câmara – Diferente do Senado, na Câmara dos Deputados, foram colhidas 182 das 171 assinaturas necessárias, segundo o jornal O Globo. Da base aliada do governo Dilma, oito partidos contribuíram para garantir a apresentação do requerimento de criação da CPI da Petrobras na Câmara dos partidos de oposição. Das assinaturas validadas na conferência da Secretaria Geral da Câmara, 52 foram de deputados de partidos aliados, 28,5% do total.

O PDT foi o partido com maior número de assinatura, com 14 deputados apoiando, seguido do PSD, com 12 assinaturas e do PMDB, com 10. O PR contribuiu com 7 assinaturas, o PP com 5, o PRB com 2 e PTB e PROS com uma assinatura de deputados cada legenda.

CG News

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