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Empresários e poder público vão reanalisar projeto Reviva Centro

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Empresários e poder público vão reanalisar projeto Reviva Centro
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Primeiro encontro acontece nesta quinta-feira, na Semadur.

Uma comissão formada por representantes da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), Conselho do Comércio Central da ACICG, Conselho Comunitário de Segurança da Região Central, CDL Campo Grande, Iphan e Prefeitura de Campo Grande vão reestudar e discutir questões que afetam os empresários da região central para possíveis mudanças no projeto Reviva Centro. A primeira reunião acontece nesta quinta-feira, às 14h, na Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur).

A decisão de se criar uma comissão foi tomada na semana passada, dia 25, quando diretores da Associação Comercial e do Conselho do Comércio Central da ACICG levaram aos secretários João Alberto Borges dos Santos, da Semadur, e a Marcos Cristaldo, do Instituto Municipal De Planejamento Urbano (Planurb), um documento com solicitações de alterações na legislação referente ao projeto que revitalizará o Centro. A abertura para sugestões está prevista no item A 77 da secção V – programas de ações relativos à estratégia de melhoria da gestão urbana e ambiental, que diz “rever a legislação acerca dos instrumentos urbanísticos a serem aplicados nas ZEIC’s Centro, segundo o Anexo III da lei complementar n. 161 de 20/07/2010.

“Vemos a dificuldade dos empresários sobreviverem no centro desde que esse processo começou, mas muitos ainda lutam para se manter, querem que o Reviva aconteça, mas é muito importante que o poder público dê contrapartidas”, apontou o presidente do Conselho do Comércio Central da ACICG, André Eduardo Moretto.

Entre as diversas reivindicações da classe empresarial do centro está, por exemplo, a permissão para colocação de anúncios promocionais em vitrines ou aberturas de edificação em qualquer modalidade, seja ele adesivo, papel, faixa de tecido, desde que tenha por objetivo promover a promoção dos produtos oferecidos pela empresa e que não passe o alinhamento predial.

O presidente da ACICG, João Carlos Polidoro, reforçou a necessidade de se flexibilizar a lei para que os comerciantes não saiam da região, como vem acontecendo. “Os altos custos com alugueis, os entraves para se fazer reformas nos prédios – por ser uma área que está sob proteção de patrimônio histórico – a dificuldade de estacionamento, todos são fatores problemáticos que potencializam a falência ou migração dos empresários para outras áreas”, diz.

Moretto chamou a atenção para o fato de que o maior patrimônio do centro não é a arquitetura, é o comércio. “Se mudanças não forem feitas o Reviva vai ser executado tardiamente, quando não haverá mais empresários; se hoje a dificuldade é a conquista da verba para obras, é preciso que a Prefeitura busque alternativas como parcerias público-privadas, por exemplo”, avalia o presidente do Conselho do Comércio Central da ACICG .

Diante das reivindicações que contaram também com a participação da CDL Campo Grande, os secretários da Semadur e Planurb entenderam a necessidade de rediscutir o projeto em virtude dos prejuízos aos empresários. “O Reviva deve ser repensado como um todo, antes de se fazer alterações, e discutido com a classe empresarial que é a maior interessada. No que Semadur puder ajudar, vamos fazer”, afirmou o secretário municipal João Alberto Borges dos Santos.

Assessoria

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