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Na tribuna, Marun questiona gastos com Seguro Desemprego e Abono Salarial que ultrapassam os R$ 48 bi

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O deputado estadual Carlos Marun (PMDB) ocupou a tribuna na manhã desta quarta-feira (30) para questionar os gastos exorbitantes do governo federal relativo aos gastos com o Seguro Desemprego e Abono Salarial que ultrapassam os R$ 48 milhões. Os dados foram apresentados pela Folha de São Paulo e colocam em xeque o porquê se tem gasto tantos com esses benefícios, visto que o Brasil vive um momento de crescimento no mercado de trabalho, onde o que não falta é emprego.

Segundo matéria veiculada pela Folha de São Paulo no dia 30 de Abril, os encargos com previdência e amparo ao trabalhador superaram as previsões oficiais e lideraram a escalada dos gastos do governo federal no ano passado, segundo dados preliminares ainda em análise na área técnica.

O maior estouro nas estimativas aconteceu no seguro-desemprego, cujos benefícios estavam orçados em R$ 23,2 bilhões no início de 2013. Até 28 de dezembro, já haviam sido autorizados desembolsos de R$ 29,9 bilhões. Somados aos gastos do abono salarial, os programas de proteção ao trabalhador chegaram aos R$ 48 bilhões, contra R$ 43,1 bilhões no ano anterior, em valores corrigidos pela inflação.

A escalada dos gastos foi puxada pelos programas sociais, especialmente os de transferência direta de renda às famílias. Em boa parte, a expansão dos benefícios decorreu mais de falta de controle do que da vontade do governo. O déficit da Previdência Social atingiu R$ 49,9 bilhões, muito acima dos R$ 33,2 bilhões programados no Orçamento. As despesas com seguro-desemprego e abono salarial também estouraram as previsões, apesar do momento favorável do mercado de trabalho.

Para Marun há de se repensar o modelo de gestão, pois se estamos vivendo um momento de crescimento no mercado são inadmissíveis gastos exorbitantes com Seguro Desemprego e Abono Salarial, visto que o que não falta é emprego, para quem é claro tenha vontade de trabalhar. “Antigamente até víamos aquelas placas: Não há vagas! Hoje não, há muito emprego sendo oferecido não só em Mato Grosso do Sul, mas pelo Brasil afora”.

O parlamentar citou até uma conversa que teve com um empresário do setor têxtil, que relatou que existe no ramo em que atua algumas empresas que estão passando dificuldades financeiras e consequente tiveram que mandar mão de obra qualificada embora. “Como as profissionais possuíam experiência ele imediatamente foi atrás para poder contratá-las, no entanto obteve como resposta nos procure daqui a 90 dias que agora nos vamos receber seguro desemprego”. Relatou o fato com certa decepção ao deputado Carlos Marun.

Aparteado pelo deputado estadual Zé Teixeira (DEM), Marun foi questionado se sabia quanto foi investido em educação no mesmo período. “Deputado Marun o senhor disse que foram gastos R$ 48 bi em seguro desemprego e abono salarial, somados aos R$ 60 bilhões gastos em programas sociais, lhe pergunto será que se somarmos esses valores chegaremos à mesma quantia investida na educação, ou ainda na área da saúde? O Brasil é um grande empreendimento, mas que precisa de uma gestão mais efetiva, que possa realmente proporcionar qualidade de vida ao trabalhador brasileiro”.

Marun finalizou seu pronunciamento dizendo que no dia primeiro de Maio é comemorado o dia do Trabalhador, inclusive é feriado, sendo um dia destinado ao trabalhador para curtir a família, garantindo o direito ao descanso e ao lazer. “Quando eu fui vereador, em 2006 foi aprovada uma lei de minha autoria que ficou conhecida como a Lei do Feriado, que garante aos comerciários o direito ao gozo do feriado, nos seguintes dias: Natal, Ano Novo, Sexta-feira Santa, Dia do Trabalhador e Finados. Por isso, encerro minhas palavras pedindo aos órgãos fiscalizadores que façam valer essa lei e que o trabalhador tenha de fato e de verdade sua cidadania respeitada e seu direito garantido. No mais, Feliz Dia do Trabalhador!”.

Assessoria

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