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No limite, prefeitura retira proposta e não negociará com professores

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No limite, prefeitura retira proposta e não negociará com professores
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A Prefeitura de Campo Grande cancelou proposta de reajuste de 8,5% e investiga se professores grevistas apelaram a atestados médicos para não repor aulas na rede municipal de ensino. Cerca de 14 das 96 escolas permanecem, nesta segunda-feira (22), com atividades paralisadas.

Conforme o secretário Municipal de Administração e interino de Educação, Wilson do Prado, o município decidiu cancelar proposta de reajuste, diante da necessidade de se contratar profissionais extras para repor aulas.

“Não tem mais proposta. Deixamos aos professores a decisão de ficar ou não em greve. Hoje não consigo mais dar os 8,5% e ainda temos professores grevistas que pegaram atestado médico e, via de regra, não precisam repor as aulas. Já chegamos no limite”, pontuou ao Portal Correio do Estado.

Em nova manifestação, a categoria se reúne em frente ao Paço Municipal. A pressão permanece em torno do cumprimento de lei municipal que fixa reajuste de 13,01% aos professores. Esta tem por objetivo equiparar os vencimentos ao piso nacional de R$ 1.917,78 para carga horária de 20 horas semanais.

O presidente do Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), Geraldo Gonçalves, disse que falta “vontade política” para resolver o impasse e mantém ações de protesto na Câmara Municipal, além de solicitar apoio dos pais ao movimento grevista em vigor a 28 dias corridos.

Do sindicato havia partido proposta de aceitar os 8,5% até dezembro, escalonando os outros 4,51% entre os meses de janeiro e março. Esta, no entanto, não foi aceita pela prefeitura por operar acima do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Nova tentativa de acordo previa transferir para setembro a negociação, porém a categoria rejeitou a ideia.

Quanto as escolas em operação hoje, Geraldo disse que 55 delas funcionam “divididas e não está havendo ensino regular”, apesar de estarem atendendo aos alunos. Outras 13 estariam totalmente paralisadas.

Correio do Estado

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