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Professores aprovam greve por tempo indeterminado nas escolas da Capital

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Professores aprovam greve por tempo indeterminado nas escolas da Capital
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Os professores aprovaram a greve a partir do dia 25.

Os professores da Reme (Rede Municipal de Ensino) aprovaram, na manhã desta terça-feira (19), greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira (25). Cerca de 800 educadores participaram da reunião na sede da ACP (Sindicato campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública). Hoje, a paralisação deixou cerca de 100 mil estudantes sem aulas.

Os professores exigem reajuste salarial de 13,01%, que é o repasse do aumento no piso nacional do magistério, autorizado em janeiro deste ano pelo Ministério da Educação. Com o reajuste, o piso inicial de 20 horas, que é de R$ 1.697, passa para R$ 1.917.

“Estamos negociando desde março e já nos reunimos cinco vezes, sendo que na última a prefeitura nos repassou um ofício informando a impossibilidade do reajuste”, comentou o presidente da ACP, Geraldo Gonçalves.

Dos 800 professores presentes na assembleia, somente dois votaram contra a greve. Conforme Geraldo, o artigo 5 da Lei 2007/38 de 2008 prevê que o piso seja corrigido uma vez por ano. “Nós protocolamos uma ação na Justiça contra a prefeitura cobrando o cumprimento da lei”, afirmou o presidente, que não quis revelar detalhes sobre a ação.

Ainda nesta manhã, os professores se unem aos 130 manifestantes em frente à Câmara Municipal de Campo Grande. Geraldo alegou que os vereadores aprovaram a lei, então eles vão cobrar o cumprimento, levando cartazes e usando nariz de palhaço. Dois ônibus, disponibilizados pela associação, irão transportar os professores. “A greve é um pedido de socorro devido aos fim das negociações”, apontou o presidente.

Na tarde desta quarta-feira, a partir das 14h, os professores voltam a se reunir na sede da ACP para discutir ações relativas a greve.

Atualmente a Reme (Rede Municipal de Educação) possui 8,3 mil professores, sendo 6 mil concursados e 2,3 mil convocados, além de 100 mi alunos divididos em 96 escolas.

No ano passado, os docentes fizeram greve pelo pagamento do reajuste previsto em lei. Eles voltaram às aulas sem obter o aumento, que acabou sendo parcelado em quatro vezes.

CG News

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