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Professores rejeitam proposta da prefeitura e greve continua

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Professores rejeitam proposta da prefeitura e greve continua
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Professores rejeitaram, por unanimidade, a proposta da prefeitura. (Foto: Álvaro Rezende).

Professores da Rede Municipal de Ensino (Reme) rejeitaram na manhã desta terça-feira (9), por unanimidade, a proposta da Prefeitura de Campo Grande de escalonar reajuste de 8,5% à categoria, em greve há 17 dias.

De acordo com o presidente do Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), Geraldo Gonçalves, durante assembleia, nenhum dos 700 trabalhadores presentes foi favorável a proposta do Executivo, que ofereceu reposição da inflação de forma escalonada até dezembro, ao invés do cumprimento de reajuste de 13,01%, reivindicado pelos professores.

A categoria, conforme o sindicalista, quer que o aumento seja diluído nos próximos meses, com reajuste de 1% em junho e julho, de 2% nos meses de agosto a novembro, e de 3,01% em dezembro.

Depois de votarem pela manutenção da greve, profissionais gritaram “professores unidos jamais serão vencidos”.

O professor Gilvan Bronzoni foi um dos que se posicionou contrário a proposta da prefeitura. Ele ressaltou que a categoria reconhece as dificuldades da administração municipal, “mas eles têm a chance de entrar na história por cumprir o piso ou, vergonhosamente, por descumprir uma lei”.

Já o professor Geraldo destacou que como a greve foi judicializada, qualquer acordo firmado entre as partes tem que constar nos autos do processo. O sindicalista ressaltou ainda a necessidade de respeito aos professores comissionados que aderiram a paralisação porque muitos estão sendo coagidos.

A ACP foi notificada ontem sobre decisão judicial, que determina multa de R$ 50 mil por dia caso não haja o retorno de 66% dos professores. A multa começou a valer ontem, mas o presidente Geraldo disse que a cobrança não forçará o fim da greve porque “é impossível voltar para a sala de aula frustrado”.

A categoria se reunirá em assembleia, às 15h desta terça, para avaliar o período de paralisação.

Correio do Estado

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