TRE/MS realiza cadastramento biométrico na Central de Atendimento ao CidadãoNotícia Anterior
Cimi diz que espera reverter decisão e suspender novamente CPIPróxima Notícia
Notícias

Noticia em Tempo Real

Protesto contra exoneração pede eleição para diretores de escolas

Espaçamento entre linhas+- ATamanho da fonte+- Imprimir esta notícia
Protesto contra exoneração pede eleição para diretores de escolas

Alunos protestaram nesta manhã contra a saída da diretora. (Foto: Direto das Ruas).

“Queremos a diretora de volta”. Foi com essa frase que pais e alunos da Escola Municipal Professor José de Souza, que fica na Rua das Camélias, no Oliveira II, protestaram contra a exoneração da diretora Maria Katia Miranda da Silva, que segundo os moradores da região, atuava há 10 anos no local.

Na semana passada, foi publicado em edição extra no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), a exoneração de 47 diretores de escolas municipais e Ceinfs (Centros de Educação Infantil). No total,18 diretores de creches, 24 diretores escolares e 5 diretores adjuntos foram exonerados. O documento também trouxe a nomeação dos respectivos substitutos. Os exonerados exerciam as funções em regime de cargo de confiança, assim como os novos nomeados.

Revoltados com a situação, os pais reclamam que a Prefeitura retirou a diretora sem consultar ninguém e sem motivo algum. “A escola tem nota acima da média nacional e evasão zero. A exoneração foi por motivo político”, lamenta o marceneiro Cristiano de Lima Pedra, 40 anos. Ele é pai de dois meninos, de 12 e 14 anos, que estudam na escola. Para ele, a decisão foi arbitrária.

A maioria das crianças do Oliveira e bairro do entorno estuda no local e nenhum pai gostou da mudança, segundo o organizador do protesto, Eder Carlos de Oliveira, 46 anos. Ele é líder comunitário e se diz preocupado porque até agora a escola está sem direção. “O município podia fazer uma eleição para a comunidade escolher a direção”, sugere.

Segundo Eder, que também é proprietário de uma revenda de gás na região, a diretora cansou de pagar do próprio bolso o gás para que os alunos não ficassem sem merenda. “Quando o município não repassa recurso, a diretora era quem comprava o gás para garantir alimento para as crianças. Nós acompanhamos o empenho dela.

“Eu não aceito essa decisão do município”, protesta a professora Cristina Goes, 41 anos. Ela tem três filhos, um de 18 anos, que estudou na escola e duas meninas, de 9 e 11 anos, que ainda frequentam a instituição. “Isso é um absurdo. Foi algo repentino e queremos uma explicação da Secretária Municipal de Educação”. Conforme Cristina, a escola sempre foi modelo, graças ao trabalho da diretora. Apesar do protesto, a aula seguiu normalmente.

CG News

0 Comentários

Sem Comentários Esta postagem ainda não tem comentários

Comente agora, seja o primeiro!

Mas você pode ser o primeiro a deixar um comentário !

Deixe seu comentário

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *

Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner