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PT garante que não fará oposição do ‘quanto pior melhor’ a Reinaldo Azambuja

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PT garante que não fará oposição do ‘quanto pior melhor’ a Reinaldo Azambuja
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A bancada do PT na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul não deve fazer oposição radical ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Pelo menos foi essa a garantia dada nesta sexta-feira (6) pelo deputado estadual Pedro Kemp durante entrevista de rádio. Segundo ele, o PT não irá fazer oposição do quanto pior melhor, até porque o governador está iniciado o mandato agora.

“Vamos sentar com o governador e procurar o diálogo toda vez que envolver as questões de interesse do Estado”, disse Kemp, ao conceder entrevista a tarde à FM Capital.

Além de Kemp, a bancada petista na Assembleia é composta por outros três parlamentares – Amarildo Cruz, Cabo Almi e João Grandão.

A exceção das questões pontuais, os petistas não devem dar dor de cabeça ao governador, cuja base aliada tem maioria folgada na Casa, mesmo sendo ferrenhos rivais do tucano.

Apesar de minimizar eventuais ataques ao governo do Estado, Kemp não esconde sua indignação a respeito da situação dos 11 mil professores da Rede Estadual de Ensino contratados.

Diante da decisão do governo do Estado e prefeituras municipais em adiar o início do ano letivo para o dia 19 de fevereiro, esses profissionais irão passar por uma situação difícil, já que ficarão sem receber no mês de março.

Em discurso na tribuna da Assembleia no dia anterior, o deputado manifestou a necessidade de o Executivo emitir uma folha suplementar, prevendo o pagamento em março dos dias trabalhados em fevereiro.

“São pais e mães de família que não terão salários nos meses de janeiro, fevereiro e março. Faço um apelo para que o governo realize o pagamento dos convocados em folha suplementar”, sugeriu Kemp.

Ele também pediu a realização de concurso público. “São 11 mil professores convocados contra 9 mil efetivos. A contratação deve ser por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. É necessário resolver esta situação urgentemente com a realização de concurso público. Vamos dar um voto de confiança ao governador Reinaldo Azambuja, pois ele herdou este quantitativo de professores contratados”, acrescentou, referindo-se indiretamente ao ex-governador André Puccinelli (PMDB).

Em aparte, Professor Rinaldo (PSDB) informou a razão das aulas iniciarem após o Carnaval. “Em razão das receitas municipais em queda, redução dos repasses constitucionais, 80% dos prefeitos de Mato Grosso do Sul decidiram adiar o início do ano letivo para o dia 19 de fevereiro”, explicou.

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