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Senado fará sessão solene em homenagem a Manoel de Barros

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Senado fará sessão solene em homenagem a Manoel de Barros

O senado vai promover dia 13 de março, às 11h, sessão solene em homenagem ao centenário de nascimento do poeta Manoel de Barros. O evento acontece por solicitação do senador Pedro Chaves (PSC/MS).

“Nada mais justo e oportuno que homenagear um dos maiores poetas brasileiros de todos os tempos, gênio reverenciado nos quatro cantos do mundo. O Manoel nasceu em Cuiabá mas era sul-mato-grossense de coração.
Ninguém, como ele, cantou tão bem, em versos, as belezas e mistérios do Pantanal”, afirma Pedro Chaves.
O senador visitou os ministros da Educação, Mendonça Filho, e da Cultura, Roberto Freire, para convidá-los a participar da homenagem ao poeta.

“Fiz questão de entregar pessoalmente o convite e, de pronto, o ministro da Educação me garantiu que estará presente. O ministro Roberto Freire prometeu fazer de tudo para também comparecer. Eles reconhecem a enorme contribuição que Manoel de Barros deu à educação e à cultura brasileira”, argumenta Pedro Chaves.

Na solenidade serão exibidos depoimentos, em vídeo, de vários artistas que admiram a obra do poeta. Além disso, o cantor e compositor Márcio de Camillo vai apresentar um trecho do projeto Crianceiras, espetáculo cênico-musical baseado nos poemas de Manoel de Barros.

“Será uma homenagem muito singela, adequada à simplicidade do nosso querido Manoel, homem reservado, de poucas palavras, mas de imensa sabedoria”, antecipa o senador. Há 18 anos, Pedro Chaves, na época reitor da Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (UNIDERP), fundou, em Campo Grande, a Fundação Manoel de Barros, que apoia e promove projetos culturais, de desenvolvimento social e preservação ambiental.

Biografia

Manoel de Barros nasceu em 1916 e morreu aos 98 anos, em 2014, em Campo Grande. Ele é considerado um dos principais poetas brasileiros contemporâneos e escrevia versos nos quais elementos regionais se conjugavam a considerações existenciais e uma espécie de “surrealismo pantaneiro”. Publicou seu primeiro livro de poesias, “Poemas Concebidos Sem Pecados”, em 1937. Em seguida, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se formou bacharel em Direito, em 1941.Viajou para a Bolívia e o Peru, conheceu Nova York e era familiarizado com a poesia modernista francesa.

A partir de 1960 passou a se dedicar a sua fazenda no Pantanal, onde criava gado. Sua consagração como poeta se deu ao longo das décadas de
1980 e 1990. Recebeu o Prêmio da Crítica/Literatura, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Foi contemplado também com o Prêmio Jabuti de Poesia, concedido pela Câmara Brasileira do Livro, pela obra “O Guardador de Águas”.

O poeta publicou mais de vinte livros, entre eles, “Face Imóvel” (1942), “Poesias” (1946), “Compêndio Para Uso dos Pássaros” (1961), “Gramática Expositiva do Chão” (1969), “Matéria de Poesia” (1974), “O Guardador de Águas” (1989), “Livro Sobre Nada” (1996), “Retrato do Artista Quando Coisa” (1998), “O Fazedor de Amanhecer” (2001), e “Portas de Pedro Vieira” (2013). Em seus últimos anos de vida passou a residir em Campo Grande. Gostava de invenções verbais e neologismos como “eu me eremito”.

Fonte: JD1

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